Vamos trocar cartas?

Quero te apresentar um outro jeito para conversarmos. Ele √© mais intimo, diferente dos contos e cr√īnicas aqui do blog. S√£o as¬†newsletters, cartas atrav√©s do e-mail com textos mais pessoais e diretos. Reflex√Ķes que me pegaram em algum momento e que acho v√°lido compartilhar com voc√™. Sugest√Ķes do que assisti, ouvi, li… Atrav√©s dela, tamb√©m ir√£o novidades sobre projetos que venho desenvolvendo e qualquer not√≠cia em primeira m√£o. Voc√™ saber√° antes das outras redes sociais!

Gostou? Aqui você tem acesso às cartas antigas, assim sabe o que esperar a partir do momento em que escolher receber: arquivo.

São dois e-mails, um no começo e outro no meio do mês. Jamais enviarei spam ou divulgarei sua conta para terceiros. E você tem toda a liberdade de cancelar quando quiser. Vamos conversar? :)


Ritmo

Você já parou para respirar? Não de forma automática, mas já prestou atenção? Sempre tem algo acontecendo. Um filme pra ver. Uma rede social para acompanhar. Um textão no Facebook para ler. Em todos os lugares, em todos os momentos, a vida não para e o sentimento é de obrigação por ter que acompanhar tudo.

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Escrever

Eu quero escrever. Quero colocar pra fora tudo o que aqui dentro faz mal. E eu fa√ßo isso, transformo o que me incomoda em contos e cr√īnicas. Exploro a minha vida atrav√©s dos olhos de personagens, realidades e contextos diferentes. Mas pra escrever n√£o precisa de internet.

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Eu te amo

A parte dif√≠cil √© entender quando essas palavras ganham peso. Na transi√ß√£o da inf√Ęncia para a cont√≠nua pirra√ßa da adolesc√™ncia? Na confus√£o que vai ganhando corpo conforme a fase adulta se faz necess√°ria? Talvez seja no momento em que come√ßamos a entender as lutas que voc√™ precisou enfrentar pra ser quem √©. Os sapos que engoliu pensando no melhor para n√≥s. Nas cicatrizes acumuladas no peito.

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