Por favor

Quando for entrar, tire os sapatos. Deixe a sujeira do lado de fora e só traga os caminhos pelos quais seus pés passaram. Me mostre as experiências guardadas na mochila. Aos poucos, me deixe expor as cicatrizes talhadas no peito. Ria comigo transformando as sombras em ecos insignificantes.

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Promessa

Fiz uma promessa, lá no começo prometi que alguma coisa seria diferente. Não encararia os erros com tanta pressão. Não daria espaço para as insegurança crescerem sem antes promover uma boa lutar contra elas. Não levaria tudo tão a sério, já que a vida é dramática demais.

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Faz falta

Sinto falta de quem eu era quando estava com você. De como minha pele respondia ao toque dos seus dedos, o arrepio induzido por um desejo crescente. As batidas no peito alterando o compasso por ter você mais perto, acelerando o ritmo pedindo por uma nova música.

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