Brasilidade

Há alguns meses, logo após escrever o post Eu também, inspirado por um filme brasileiro, percebi uma coisa: meu pensamento sobre o Brasil estava mudando. Quando mais novo, importar a cultura de outros países era bacana, cool, diferente (ainda é). Realidades que, ao meu ver, não se comparavam de forma alguma com a daqui. Os filmes eram melhores. As músicas, os livros e as pessoas eram melhores. Queria logo juntar grana e ir embora.

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Vida

Ler tira a gente do centro do mundo e nos faz perceber que nosso umbigo não é tão importante quanto pensávamos. Faz a gente se conectar com pessoas com gostos parecidos, nos joga em realidades e universos diferentes, mas que carregam muitas características do nosso redor.

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Fica mais um pouquinho?

Me despedir de um ano está cada vez ficando mais difícil. No post dizendo adeus para 2013, resumi o ano como sendo excelente e com ótimos momentos. Não queria repetir a mesma coisa, mas 2014 foi igualmente amazing. Até melhor. Há exatos dois anos, toda a minha percepção do que quero e de quem sou vem mudando. Eu já disse isso, mas o mais incrível é perceber essa mudança conforme ela passa.

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Rachaduras

“Eu sou gay.” Era isso o que Henrique queria ter dito durante a discussão com a mãe no carro. Enquanto ouvia as palavras “quando você vai nos apresentar uma namorada?” e respondia com um “não vou”. Sentia tremer as camadas de mentira que mantinham uma imagem diferente para os outros. Ninguém se explica quando se é hetero. Ninguém deveria se preocupar com quem a outra pessoa vai amar. O problema estava em achar que heterossexuais amam e homossexuais fazem sacanagem.

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