Faz falta

Sinto falta de quem eu era quando estava com você. De como minha pele respondia ao toque dos seus dedos, o arrepio induzido por um desejo crescente. As batidas no peito alterando o compasso por ter você mais perto, acelerando o ritmo pedindo por uma nova música.

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Tchau, meu velho

13. Foi um número bom. Pensando bem, foi um número excelente. Acho que esse foi o que mais contribuiu para boas memórias. Para momentos significantes. E isso é muita coisa pra quem esquece o que comeu no café da manhã. Um ano positivo. Alguns tropeços. Algumas lágrimas. Mas um ano que, quando relembro, um sorriso largo logo aparece.

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