Eu te amo

A parte difĂ­cil Ă© entender quando essas palavras ganham peso. Na transição da infĂąncia para a contĂ­nua pirraça da adolescĂȘncia? Na confusĂŁo que vai ganhando corpo conforme a fase adulta se faz necessĂĄria? Talvez seja no momento em que começamos a entender as lutas que vocĂȘ precisou enfrentar pra ser quem Ă©. Os sapos que engoliu pensando no melhor para nĂłs. Nas cicatrizes acumuladas no peito.

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Por favor

Quando for entrar, tire os sapatos. Deixe a sujeira do lado de fora e sĂł traga os caminhos pelos quais seus pĂ©s passaram. Me mostre as experiĂȘncias guardadas na mochila. Aos poucos, me deixe expor as cicatrizes talhadas no peito. Ria comigo transformando as sombras em ecos insignificantes.

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Faz falta

Sinto falta de quem eu era quando estava com vocĂȘ. De como minha pele respondia ao toque dos seus dedos, o arrepio induzido por um desejo crescente. As batidas no peito alterando o compasso por ter vocĂȘ mais perto, acelerando o ritmo pedindo por uma nova mĂșsica.

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